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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Biografia de Rafael Sanzio

Retrato de Menino. Ashmolean Museum,
Oxford. Esta tela é um presumível auto-retrato
Ao fim do século XV, a Itália ainda estava longe de recuperar a unificação política perdida com o esfacelamento do Império Romano. O feudalismo que retalhava o país ainda iria perdurar, à espera do herói que séculos mais tarde viria edificar a identidade nacional.

Entretanto, distante dos campos de batalha, outras reformas e revoluções se processavam ou amadureciam em silêncio. A rivalidade militar e política gerava, como reflexo, poderosa emulação nas artes. Paralelamente, a invenção da imprensa abria caminho para a divulgação das obras clássicas da cultura grega, preâmbulo do mais notável movimento artístico e literário da cultura ocidental: o Renascimento.
Na pintura, o clima favorável à renovação de conceitos produziria três gênios que constituem o tríplice expoente da pintura renascentista. Leonardo da Vinci acabaria com as limitações ortodoxas, ao introduzir o conceito de chiaroscuro no espaço pictórico. Michelangelo reviveria a concepção helênica da luta do homem contra o universo. O caráter épico da lenda de Prometeu – expressão mitológica da concepção grega – estaria vigoroso e vivo nas figuras brotadas do pincel e do cinzel de Michelangelo.
Em contraste com a vida e o temperamento tumultuados de seus eméritos contemporâneos, um terceiro pintor a arquiteto viria promover uma doce revolução, compatível com seu temperamento sereno: Rafael Sanzio (grifo nosso). A inovação característica de sua arte consistiu fundamentalmente na introdução de uma tendência para a beleza ideal, inspirada nos conceitos artísticos da Antiguidade.
Em 1483, quando nasceu Rafael, o Ducado de Urbino vivia uma época de paz e de prosperidade. O Duque Federico de Montefeltro havia logrado elevar o feudo a uma condição de respeitável potência militar. Assegurada a estabilidade política, o espírito regional então prevalescente levara o duque a incentivar o desenvolvimento das artes em Urbino. O palácio ducal projetado por Luciano Laurano exibia majestosas obras de pintura e de escultura, assinadas pelos mais famosos artistas da época: Piero della Francesca, Melorzo da Forli e Signorelli, além do flamengo Justus da Ghent.
Além dessa atmosfera receptiva e estimulante, Rafael disporia na infância de mais um fator contribuinte para sua iniciação. O pai, Giovanni de Santi, fazia da pintura seu meio de vida. Embora a dedicação do velho De Santi em relação à arte fosse um caso de amor não correspondido, sua mediocridade nunca o desanimou. Ao contrário, generosamente hospedou em sua casa o famoso Piero della Francesca, quando este foi contratado pelo duque para a decoração do palácio. Segundo as crônicas, o pai do Rafael nunca demonstrou qualquer hostilidade para os pintores contratados em outras cidades. Embora preterido, De Santi parecia reconhecer modestamente os méritos superiores de seus colegas.
Vênus e Psiquê. Museu do Louvre, Paris.
Um momento de simplicidade de Rafael.
Apesar da categoria secundária de sua arte, assim mesmo Giovanni de Santi não chegava a ser um pintor completamente desprezível. Alguns dos trabalhos a ele atribuídos chegam a pôr em dúvida os críticos de hoje: não se trataria de algum quadro produzido por Rafael Sanzio durante a juventude?
A vida de Rafael, durante a infância, está mal documentada. Sabe-se apenas que acompanhou o pai numa visita feita ao famoso Perugino, que desfrutava então o apogeu de sua fama. Amigo de Perugino como de outros pintores e artistas famosos, Giovanni de Santi supostamente introduziu Rafael no ofício a arte da pintura. Pode-se imaginar que Rafael haja servido o pai como assistente e que a revelação do talento do garoto tenha enchido de esperança o coração do velho. O contato com Perugino terá sido um provável prosseguimento à formação precoce de Rafael.
Efetivamente, os primeiros trabalhos de Rafael irão apresentar forte influência do estilo de Perugino: composição equilibrada, sem nenhum congestionamento de detalhes, fervor religioso e um toque de convencionalismo em sua tendência para a idealização lírica.
Mas o ambiente familiar tão favorável seria perdido prematuramente: a mãe de Rafael morreu quando ele tinha dez anos. O pai, que tornara a casar meses depois, viria a falecer no ano seguinte. Rafael, então com onze anos, viu-se confiado à tutela de um tio materno e outros parentes, embora vivesse na mesma casa. Mas o pai ainda lhe valeria, mesmo depois de morto. Evangelista di Pian di Meleto, que havia sido discípulo de Giovanni de Santi, proporciona a Rafael a orientação e o estímulo momentaneamente perdidos com a morte do pai. E Perugino, com igual solicitude, dispõe-se a ensinar ao adolescente muito mais do que ele poderia ter aprendido com o pai ou com Pian di Meleto.
Desenho para A Deposição, primeira tentativa rafaelesca
de um quadro histórico.
A partir de dezoito anos, Rafael já é um pintor independente, que recebe encomendas diretas e lentamente vai propagando sua fama por cidades vizinhas. O marco de sua emancipação artística terá sido certamente a “pala” dedicada ao Beato Nicola de Tolentino, comissionada pela igreja de Santo Agostinho, em Castello. Desta obra perdida existem apenas os desenhos preparatórios e esboços, além de um fragmento. Mas documentos da época indicam que Rafael a teria concluído em 1501.
Começa então prolífera produção. O ritmo acelerado do trabalho, bem como a disposição de aceitar encargos e responsabilidades, logo viriam a construir uma característica do gênio e da personalidade de Rafael. Até 1504, desfruta a fama provinciana que se propaga através de numerosos trabalhos. Então, ainda com 21 anos, Rafael parece subitamente saciado daquilo que lhe poderia ensinar a região de Urbino. Significativamente, é nesse ano de 1504 que concluiu o seu primeiro quadro datado e assinado (As Núpcias da Virgem). Na interpretação de alguns historiadores a decisão de datar e assinar um quadro aos 21 anos poderia indicar que só então Rafael passava a reconhecer sua qualidade de pintor de categoria.
Outros indícios concorrem para sublinhar tal senso crítico. Em 1504, o mundo artístico de Urbino fervilhava com os comentários sobre os trabalhos maravilhosos de Leonardo e Michelangelo, em Florença. Rafael decidiu que horizontes mais amplos que o de sua província deveriam ser buscados na cidade em que pontificavam os maiores nomes da pintura italiana de todos os tempos. Compreendeu também que jamais deixaria a semi-obscuridade em que se achava se se deixasse anestesiar pelo sucesso tranqüilo que já desfrutava na corte de Urbino. Animado por sua ambição, abandona a posição já conquistada e parte para Florença.
O período de 1504 a 1508, vivido por Rafael em Florença, foi decisivo para sua formação e para amadurecimento de sua arte. Na capital artística da Itália renascentista assimilou tudo o que as correntes contemporâneas lhe podiam oferecer, em técnica, conceitos de expressão e influência cultural da antiguidade.
Durante esses quatro anos, trabalha com fervor característico. Produz quadros e quadros, especialmente madonas. Por algum obscuro fator sociológico, o apelo místico de Maria exerce até hoje incomparável fascínio sobre os italianos. Dificilmente se encontraria, na mesma época de Rafael, uma casa que não dispusesse de pelo menos uma imagem da mãe de Jesus.
Para Rafael, com esse tema de apelo popular será o predileto. Apesar disso, não é com ele que consegue o seu melhor desempenho: faltam as suas madonas tanto a fidelidade de retratação da natureza humana quanto a sinceridade religiosa como expressão mística. As madonas de Rafael deixam transparecer a infiltração de um elemento profano. Não são retratos de santas, porque a sensualidade eclipsa a emoção mística que deveriam apresentar. E tão pouco chegam a ser figuras humanas, porque, embora adoráveis, sua beleza é invadida por a abstração idealista. Numa frase, são humanas demais para serem místicas e idealizadas demais para serem humanas.
O talento de Rafael como caracterizador irá aparecer nos retratos de personalidades que pintará poucos anos depois.
Numa carta escrita a seu tio e tutor, em 1508, Rafael Sanzio fala de suas esperanças de trabalhar na França, de onde lhe acenam com algumas encomendas. Mas outra perspectiva igualmente sedutora e viável é a de transferir-se para Roma, onde poderia dispor de boas relações. Logo depois, no mesmo ano, segue para lá encorajado pelas informações a respeito de amplas oportunidades abertas para os artistas.
A primeira dessas grandes oportunidades surge logo depois de Rafael haver chegado a Roma. O Papa Júlio II decidira mudar-se da mansão dos Bórgias, habitada por seu odiado antecessor Alexandre VI, pai de César e Lucrécia Bórgia. O fausto da corte papal, bem como os costumes do próprio Júlio II (denunciados por Erasmo em seu Elogio da Loucura), tornavam Roma uma cidade famosa por seu mundanismo, e, ao mesmo tempo, um polo do mundo artístico.
Para a decoração de sua nova residência, Júlio II havia contratado Sodoma, Bramantino, Lotto e Peruzzi. Por influência de seu conterrâneo Bramante, arquiteto da Basílica de São Pedro, e com recomendações da corte ducal de Urbino, Rafael conseguiu incluir-se na equipe de artistas recrutados.
A oportunidade foi bem aproveitada. Em pouco tempo, Júlio II se convence do talento superior do jovem e, por decreto papal, nomeia-o responsável pela direção dos trabalhos. Com 26 anos, já é uma personalidade invejada e admirada. Não obstante as intrigas de detratores, aceita resolutamente o desafio de pintar em grandes áreas, num clima artístico inteiramente diverso daquele em que havia formado.
A Escola de Atenas (770 x 550 cm). Palácio do Vaticano, Roma

O grande afresco A Escola de Atenas (prancha X), terminado em 1511, estabelece outro marco na carreira fulminante de Rafael. Essa obra, para decoração da Stanza dela Segnatura, no Vaticano, é fusão singular de uma idealização soberba com sua realização visual. Como nas madonas, as figuras representam um meio-termo entre o abstrato e o real. A disposição e a atitude das figuras são quase teatrais, numa ostentação de majestade que visa provocar profunda impressão.
A característica tendência à idealização é reconhecida por Rafael numa carta endereçada a Baldassare Castiglione, “árbitro da elegância” na corte de Urbino: “Devo dizer-lhe que, para pintar o retrato de uma bela mulher, eu teria de realmente ver muitas mulheres belas e teria de impor como condição que Vossa Senhoria me ajudasse a selecionar a melhor. Mas, como são raros os bons juízes e as belas mulheres, tenho que me arranjar com as ideias que me cruzam a mente”.
Embora as majestosas figuras de A Escola de Atenas pareçam efetivamente “ansiosas por ensinar ou aprender”, a função verdadeira de cada uma delas é incorporar a beleza física de suas atitudes, sublimadas pelo ideal que as anima. Mais que um testemunho da cultura antiga, portanto, é pura criação de beleza idealizada.
Retrato de Cardeal (79 x 62 cm).
Museu do Prado, Madri.

O prestígio artístico de Rafael na corte papal haveria de criar-lhe oportunidade de pintar um famoso Retrato de Cardeal (prancha XV), obra exponencial que irá definir seu gênio de retratista. Os historiadores viram frustrados todos os esforços para identificar o cardeal que serviu de modelo, mas isso não afeta os méritos da obra, pois a figura é um arquétipo. Nesse retrato, reedita-se a fusão de expressão caracterológica com a idealização típica: é a qualidade aristocrática da pintura que lhe confere dignidade.
O soberbo padrão técnico pode ser apreciado com exame de um único aspecto: sem nenhuma fratura de ritmo, o escarlate intenso e rico parece ter vida em cada um dos planos que, embora distintos, não chegam a afetar a continuidade.
No ano seguinte, 1512, o estilo de Rafael apresenta algo novo. Talvez por influência da escola veneziana (uma possibilidade derivada de sua admiração por Sebastiano del Piombo), os tons pálidos e apastelados de A Escola de Atenas cedem lugar a cores mais vivas, de fundo e de figuras. O afresco A Missa de Bolsena (prancha IX) marca esse declarado contraste.
A Missa de Bolsena (450 x 660). Palácio do Vaticano, Roma

A decoração do palácio papal, a par de prestígio, fama e dinheiro, trouxe para Rafael a contrapartida da inveja e das intrigas. Alguns dos opositores viam na preferência pelo seu estilo uma opção excludente e injusta para com Michelangelo. As duas facções de admiradores sustentaram essa estéril polêmica durante toda a vida de Rafael, e mesmo depois. Talvez se possa ver alguma influência dos trabalhos de Michelangelo sobre a obra do jovem sucessor, mas a verdade é que o espírito épico teria sido muito forte para o temperamento de Rafael. Embora alguns críticos vejam no Incêndio da Aldeia uma suposta influência da decoração de Michelangelo na Capela Sistina, a verdade é que os dois pintores trilharam caminhos diferentes, conforme as exigências da personalidade de cada um.
A morte de Júlio II, 1513, privou Rafael de uma importante proteção, mas o sucessor do papa parecia ainda mais generoso em sua admiração pelo jovem pintor. Assim, quando a morte de Bramante criou o problema de se dar continuidade às obras da Basílica de São Pedro, 1514, o Papa Leão X nomeou Rafael para o posto de arquiteto-chefe. A designação era consagradora e, ao mesmo tempo, mais um desafio que ele confiantemente aceitava. Em carta endereçada ao tio diz: “Sinto-me compelido a ficar em Roma, por causa da obra de construção da Basílica de São Pedro, em que sucedi Bramante. Que cidade no mundo é maior que Roma, e que edifício é maior que a Basílica de São Pedro? É o templo capital do mundo, a maior construção que já se viu. Custará mais de 1 milhão em ouro. E – deixe-me dizer-lhe – o papa gastará 60 000 ducados nela este ano; ele não pode pensar noutra coisa”.
Mas para Rafael ainda não bastava estar empenhado num trabalho que ocupava as preocupações centrais do papa. Seu entusiasmo sobre a época, a vida e a juventude o levava a aceitar numerosos trabalhos ao mesmo tempo, numa dispersão otimista. A um tempo dirigia as obras da basílica, decorava as câmaras do Vaticano, pintava quadro como O Elefante (presenteado a Leão X pelo rei de Portugal) e ainda conseguia achar tempo para pintar os cartões das tapeçarias da Capela Sistina.
Leão X não o deixava em paz. Encomendou-lhe a ilustração de um livro bíblico e nomeou “Superintendente das Ruas de Roma”, um cargo que o fazia responsável pelo aspecto urbano da cidade. Na busca dos materiais requeridos pela construção da basílica, o papa decidiu aproveitar fragmentos de mármores obtidos em escavações arqueológicas. E, para assegurar-se de que nenhum tesouro artístico se extraviaria nem seria mutilado, decretou que todo pedaço de mármore achado em escavações só poderia ser cortado e trabalhado com a presença de Rafael.
Com tantos encargos oficiais, o artista ainda pinta, proliferamente. Produz os afrescos para a decoração da sala de banho do Cardeal bibbiera, constrói a capela na Igreja Santa Maria del Popolo, executa os adornos murais dessa capela e também os de Santa Maria della Pace, cria modelos para esculturas a serem feitas por Lorenzetti e Alvise, desdobra-se no atendimento de custosas encomendas.
Em 1518, chefe de uma equipe de escultores, pintores e arquitetos, Rafael é contratado pelo riquíssimo banqueiro Chigui para decorar sua residência de verão, Farnesina. Nessa obra famosa, entretanto, a maior parte do trabalho provavelmente coube aos seus assistentes. Com certeza, sabe-se que ele terá pintado sem ajuda apenas do afresco Galatéia.
A par de sua importância artística, a decoração do Palácio de Farnesina representava para Rafael a consagração também na elite social (os temas não eram religiosos). Mas não a consagração unânime do mundo artístico, pois a inauguração da obra reascendeu as polêmicas, num clima de escândalo. Os seguidores de Michelangelo não escondiam sua reação depreciativa, como o comprova a carta escrita por Leonardo Sellaio a seu mestre: “O teto de Agostinho Chigi foi descerrado hoje; a decoração é uma vergonha para um grande mestre”.
O célebre Sebastiano del Piombotambém escreve a Michelangelo uma carta semelhante, a propósito de dois quadros de Rafael: “Lamento que você não estivesse em Roma para ver dois quadros que foram embarcados para a França. Você não poderia imaginar, devo dizer, nada contrário ao seu gosto”.
Leve-se em conta, porém, que nos propósitos dessas cartas deverá pesar uma generosa tentativa de consolação para Michelangelo, que retornara a Florença por não encontrar encomendas em Roma, depois de ter concluído a decoração da Capela Sistina. O sucesso de Rafael deveria constituir amarga notícia , que o círculo de amigos tentava amenizar a depreciação do talentoso jovem que chegara a Roma para desalojar Michelangelo do foco de interesse local.
Em 1520, uma estranha doença, contraída durante as escavações arqueológicas que empreendia em Roma, abateu inapelavelmente o organismo frágil de Rafael. Em 6 de abril de 1520, com 37 anos, o artista expira. Como no dia de seu nascimento, é Sexta-feira Santa, uma coincidência que acentua o pesar reinante. Sepultado no Panteon de Roma, recebeu como epitáfio as palavras comovidas de seu amigo Pietro Bembo: “Aqui jaz Rafael; quando vivia, a natureza temia ser por ele vencida; agora está morto, ela própria teme morrer”.

Sua Vida
1483 - ano de nascimento, a 6 de abril, em Urbino.
1493 - falecimento da mãe.
1494 - falecimento do pai.
1501 - completa seu primeiro quadro, junto com Pian di Meleto: a "pala" do Beato Nicola de Tolentino.
1504 - completa seu primeiro quadro datado e assinado. As Núpcias da Virgem; essa obra marca o fim fa formação provinciana de Rafael Sanzio que, no mesmo ano, parte para Florença.
1508 - ano provável de sua mudança para Roma.
1509 - nomeado o pintor do palácio pontifício, por Júlio II.
1513 - morre Júlio II, sucedido por Leão X, que dá a Rafael proteção ainda mais generosa.
1514 - sucede a Bramante, como arquiteto encarregado da construção da Basílica de São Pedro.
1515 - nomeado "Superintendente das Ruas de Roma", fica responsável pelo patrimônio histórico da cidade.
1518 - conclui a decoração da Farnesina, para o banqueiro Chigi, obra inaugurada sob controvérsia crítica.
1520 - acometido por "febre contínua e aguda", de causas obscuras, expira em 6 de abril.
Referência Bibliográfica: Genios da Pintura: Góticos e Renascentistas, Abril Cultural, 1980 

LISTA DE PINTURAS
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pinturas_de_Rafael 

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Moça no Maia

(Obra de Aminhart - Moça no Maia, 2010 - óleo s/tela 50x70cm)
Uma moça inspirou essa pintura do Bosque Maia em Guarulhos visto por uma perspectiva geométrica e abstrata.
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